Acorda, Neo

Coisas que decidi deixar de usar há uns anos atrás:

– Relógio de pulso;

– Televisão;

– Rádio;

– Jornais;

– Media Player (MP3/Ipod/etc.);

E com o tempo, outras coisas foram caindo para a invisibilidade de uma forma natural, pela simples mudança de lentes pelas quais via a vida:

– Publicidade em cartazes (excepção feita aos anúncios natalícios da Triumph; são provavelmente o meu último vício desse velho mundo) 😉

– Publicidade na web;

E resisto activamente aos equivalentes a estas coisas que teimam em aparecer na web, como o Facebook.

Todos estes dispositivos são parte do mecanismo de controlo e homogeneização do cidadão. Qualquer pessoa que se afaste do ruído destes canais por algum tempo percebe que vivemos mesmo dentro da distopia de 1984. Até temos o nosso próprio “Ministério da Verdade“, apenas lhe chamamos “Media”.

“Eu apenas te posso mostrar a porta, Neo, és tu quem tem de a atravessar.”

O primeiro passo é calar o ruído. Só depois podemos ouvir-nos pensar por nós próprios.

 

~ por Vasco Névoa em Dezembro 21, 2011.

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