Kyoto

Chove. E chove mais ainda. Mas nada detém os Tugas Exploradores. Mais uns templos, mais uns jardins, sempre a andar.🙂 O santuário de Ryoan-ji é muito bonito, com o seu jardim de pedras Zen (são apenas pedras, garanto) e a bela casa tradicional e jardim magnifcamente arranjado…

Fomos também a “Gion”, o quarteirão das Gueishas… que se parece um bocado com um outro quarteirão que também tem lanternas vermelhas, ali mais para o lado da Holanda…😉 mas mais “fino” e privado, com limousines e carrões. Lá assistimos a um teatro com Gueishas, música de corte, comédia, arranjos florais (!), e cerimónia de chá. Foi interessante, mas não faria questão de lá ir.

Os santuários são às centenas, há-os por todo o lado…. aqui mais um em “Gion”, vista nocturna de um daqueles leões místicos que guardam os espíritos…

E finalmente um restaurante que não serve só Tempura e Ramen, mas também tem comidinha fresca cozinhada na mesa, mnham mnham mnham….

Kyoto é grande, velha, e funcional. Ou seja, feia. Mas tem os seus contrastes engraçados…

Aliás, os carros aqui têm todos uma personalidade própria… este país pode ser resumido em duas palavras: máxima eficiência. As bombas de gasolina por aqui estão fixas no tecto da estação de serviço, para não ocuparem espaço no chão (!). Existem inúmeros pequenos modelos cúbicos, de todas as marcas conhecidas e desconhecidas, e são enormemente populares.

A excepção a esta regra são os carros “tuning”, que por aqui são pura e simplesmente pirosos… tal como os próprios homens. Nunca vi tanto homem jovem tão femininamente decorado e penteado; eles até carteiras, brincos, e perfumes de senhora usam!!! E estes são os que levam namorada na rua!!! :-S

Se os carros se vestem assim… conseguem imaginar os indivíduos, né?!…

(A cena transparente com bolhinhas é a alavanca das mudanças…o resto nem imagino)

No extremo oposto da escala da beleza está o museu “Miho”. É absolutamente lindo. É enorme, e está elegantemente integrado com a natureza circundante. Tem uma arquitectura única e lá dentro cada peça foi meticulosamente colocada e iluminada. É uma experiência de minimalismo absolutamente única.

Depois fomos visitar o pavilhão dourado de “Rokuon-ji” e respectivo jardim, também ele imperdível…

Embora cheio de turistas internos e externos, é um bom sítio para admirar o jardim tradicional Japonês.

Alguns desses miúdos que lá andavam são autênticos artistas…

E pronto, por agora é tudo. Estou muito atrasado nestes relatos, já vou várias cidades à frente, mas a vida de estrada é exigente e nem sempre tenho tempo, energia, e ligação… irei continuar a tentar publicar!🙂

~ por Vasco Névoa em Outubro 8, 2010.

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