a burocracia, hoje e sempre…

Fui ao ISEL apresentar uma candidatura.

Pontos maus:

  1. Esperar uma hora e meia em pé na fila da secretaria, pois não havia senhas na máquina (e tinha ar de quem não é usada há muito tempo – suspeito mesmo que já não faz parte do processo);
  2. A tesouraria fica num edifício completamente diferente da secretaria, obviamente.

Pontos bons:

  1. A informação afixada na página web estava 99% completa (faltava dizer que a secretaria não tira fotocópias), o que permitiu tratar do meu processo em menos de 5 minutos;
  2. Não havia fila na tesouraria.

Gostei de ver:

A senhora da secretaria riscou um número numa folha de papel e inscreveu-o no meu processo. Chegado à tesouraria, esta outra senhora (porque é que são sempre senhoras?… acho que nenhum homem consegue aturar tanta chatice durante tanto tempo!) puxou de uma cópia dessa mesma folha e riscou o mesmo número e conferiu o processo. Detalhe importante: os números são aleatórios e não sequenciais, o que torna um ataque de falsificação de processos bastante mais difícil. Bem feito, sim, sr. Eis como uma organização “dá a volta” por cima de um obstáculozinho de segurança (a divisão espacial dos departamentos) num processo inteiramente não-informatizado. Não é “à prova de bala”, mas pelo menos mostra esforço e bom-senso.

Ou então uma grande determinação em querer fazer passar toda a gente pelo crivo da burocracia…

~ por Vasco Névoa em Agosto 13, 2008.

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