“Scooters” eléctricas

Vistas as bicicletas, vem agora a vez dos velocípedes a motor (equivalente legal a uma scooter 50cc banal). Mais uma vez limitadas à oferta nacional. Obrigado NJay pelas dicas!

  • “EcoSpider” (EcoGlady 1.4kW) – 1375 Euros. Com uma autonomia de 55 km, é um óptimo negócio. Disponível noutras cores.
  • “EcoLiberty ” (EcoGlady 1.5kW) – 1775 Euros para uma autonomia de 65 km. Disponível noutras cores.
  • “EcoRacer” (EcoGlady 2kW) – 1875 Euros para 65 km. A potência extra confere a este “brinquedo” um status de “acelera”.😉 Disponível noutras cores. Se não fosse o design monstruoso, levava já esta…
  • “Bereco” (2.5kW) – 1970 Euros c/legalização. A autonomia de 45 km deixa um pouco a desejar… mas as baterias de chumbo 100% reciclável fazem a afirmação “verde” absoluta.🙂 Disponível em mais cores. Têm 4 novos modelos em desenvolvimento, algum deles será candidato à classe de 125cc.
  • “E-max 110S” (4kW) – 3400 Euros. Autonomia média quase o dobro da bereco, 80 km. Disponível em mais cores.😉 Existe uma irmã mais pequena (a “90S” por 3200 Euros) com uma autonomia de 52 km e uma mais recente (120L – lítio) com uma autonomia de 110 km (mas esta custa 6750 Euros). Estão a trabalhar numa nova linha, incluindo uma moto para o segmento das 125cc. Não gosto nada dos faróis da frente tipo “insecto vesgo”, mas até ia se o preço fosse bom.
  • “Vectrix” (21kW) – importada dos EUA, esta “Maxi-Scooter” concorre com cilindradas de 125cc (ou superiores) e apresenta uma autonomia de 72 km a 60km/h (mas dá 100km/h). Parece ser a única com travagem regenerativa, mas ainda assim tenho dificuldade em justificar o preço de 8784 Euros (documentação incluída) da HM-motos – é quase o dobro duma equivalente a gasolina… mas se fosse fazer auto-estrada com ela, estaria perfeitamente à vontade.

E pronto, isto esgota o que tenho no saco. Uma nota importante: qualquer uma das scooters médias/pequenas pode facilmente ver a sua autonomia alargada ou mesmo duplicada mediante a aplicação de uma segunda bateria… que pode ocupar o lugar do capacete no porta-bagagens. Claro que isso é uma alteração não apoiada pelos fabricantes, mas seria de pensar a sério.

~ por Vasco Névoa em Julho 16, 2008.

8 Respostas to ““Scooters” eléctricas”

  1. O aumento da autonomia não é assim tão simples como meter uma 2ª bateria no lugar do capacete. Uma só bateria é tipicamente de 12V, mas nenhuma das scooters anda a 12V – tipicamente 36 ou 48. Não é impossível arranjar isso mas na prática só conseguirias aumentar a autonomia em pouco menos de 1/3 ou 1/4 (não esquecer que significa mais peso). Isto nas scooters com baterias de chumbo… podes tentar adicionar umas de litio ou outra tecnologia, só que é um problema para “casar” as duas, umas vez que todas têm tensões “naturais” diferentes… não é para qualquer um. Muito menos problemático seria trocar o pack todo por um pack de litio, mas aí também terias que ser tu a estudar essa alteração…

    Já agora, a e-Max é alemã e existe há uma série de anos, apesar de só cá ter chegado agora.

  2. Mais uma do Njay:
    “Já agora, todos os modelos que estão à venda estão homologados.
    O que querias dizer com “2031 Euros c/homologação” era na verdade
    “2031 Euros c/ legalização”. A legalização provavelmente aplica-se a todas. Também podes referir que todas precisam de seguro.”

    Tens, razão, mas o termo é do próprio site deles…😦

    Pronto, está referido!🙂

  3. Os preços agora são outros. 1970 com IVA e homologação em http://www.scooterelectrica.com.

  4. Ok Helder, já corrigi.🙂

  5. http://ecoglady.designar.org/

  6. As Evader são as mais competitivas na relação preço qualidade com baterias com capacidade para 1000 ciclos de carga http://www.ecospeed.pt

  7. Autonomia 30/35 km – 680 €
    Autonomia 60/70 km – 838 €
    Isenta de: Matrícula, seguro e licença de condução.

    • Pessoalmente não gosto muito dessa solução das pseudo-bicicletas, meio scooter eléctrica meio bicla… na realidade são scooters ligeiras com pedais, mas os pedais só lá estão para dar a volta à lei e poderem ser classificadas como bicicletas. Por um lado não dão jeito nenhum para pedalar a sério se for preciso, por outro são incómodos e inestéticos. Como scooter, são pouco potentes (250W é pouco mesmo para bicicletas leves em algumas situações); e como bicicletas são demasiado pesadas (por causa das rodas e suspensões, já para não falar das baterias de chumbo.)
      Enfim, para quem quer ter qualquer coisa barata, serve. Mas para quem seja mais exigente ou purista, não me parece.

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