Nojo… é a única palavra que me ocorre.

É evidente que a realidade consegue ser bem mais rebuscada do que os melhores filmes de conspiração…

E não é que os tipos conseguiram mesmo aprovar aquela coisa???…

~ por Vasco Névoa em Abril 3, 2008.

2 Respostas to “Nojo… é a única palavra que me ocorre.”

  1. Ora aqui está um post elaborado. Fica-se a perceber a posição (sentado na cadeira mágica), mas mais que isso, nicles. Ponto vermelho na caderneta.
    Já que estamos em “palavras”, a que me ocorre qdo vejo um comentário negativo à aprovação de um standard – qq que seja – é “tendencioso”.

  2. Caro Pedro: na minha opinião, quem lê os dois artigos que eu apontei, não precisa de acrescentar mais nada…

    Uma passagem pelo site que fez a acumulação dos indícios das práticas de má fé por parte da empresa citada basta para nos pôr tão deprimidos com o estado das coisas que nem sequer nos apetece escrever mais.

    E que mais podia eu acrescentar? Não tenho provas nem a favor nem contra, sou um espectador mal-informado tal como os restantes 99%.
    E o 1% que sabe o que se passa, ou vai para o banco dos réus, ou está bem caladinho, ou é desacreditado publicamente por pessoas com a mesma tenacidade que a tua.

    Ah, já percebi: tudo isto é uma cabala, uma campanha publicitária contra a maior (e mais bem financiada) vítima do mundo informático, montada por aqueles fundamentalistas da seita do “Open Source”, ou do Buda, ou lá do que é, só para minar a credibilidade da empresa com o mais impecável cadastro legal das últimas 3 décadas neste mercado… sim, agora vejo a luz: a dita empresa apenas quis salvar o ISO das consequências nefastas da sua própria má gestão e execução (maioritariamente exercida pelas pessoas mais bem qualificadas de todas as nações), e livrá-lo do peso das suas linhas-mestras, princípios, e mecanismos antiquados, que tanto impedem a inovação de empresas bem-amadas e omni-visionárias como esta…

    Meu caro: onde há fumo, há fogo. E esta coluna de fumo em particular já tem mais de 1 ano de comprimento e mais de 10 países de largura. O incêndio é bastante grande, e só não o vê quem não quer.

    Eu podia argumentar contigo a 2 níveis: sobre o total despropósito deste segundo pseudo-standard que apenas serve o interesse da empresa em questão e dos seus parceiros, em detrimento do mercado; ou sobre os métodos absolutamente imorais, anti-éticos, e provavelmente ilegais que a empresa utilizou para o conseguir. Mas não vou fazê-lo, pois outros o fazem muito melhor que eu.

    Se conseguires apresentar “provas” (com um nível de credibilidade/probabilidade igual ou superior) que rebatam apenas 25% das acusações feitas, eu prometo que peço desculpa publicamente. Claro que essas provas não podem ter origem apenas no “réu”… e não estou a ver quem mais é que vai defender a “coitadinha”, a não ser os “partners”.

    Tendencioso, eu?… sim, tenho tendência a desconfiar de gente desonesta. O mais triste é que nada disto era necessário…

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